existe um desconforto em ser reduzido a uma coisa só.
uma cor. um papel. um comportamento.
a duplicity nasce desse incômodo.
da recusa em aceitar que o mundo é dividido.
de acreditar que você precisa escolher um lado. uma versão.
um caminho fixo.
e se o real for o entre?
nem um extremo. nem o outro.
mas o espaço onde tudo pode coexistir.
acreditamos em quem experimenta.
em quem é feito de contrastes.
em quem muda de forma sem perder a essência.
não porque está perdido. mas porque está vivo.
você pode ser o caos e o controle.
o silêncio e o grito.
um experimento constante. sem rótulo e sem medo.
a duplicity é um chamado à noite.
à liberdade que só existe quando as luzes baixam e os corpos se movem.
não seguimos padrões.
não romantizamos bons modos.
não queremos pureza. queremos verdade.
é sobre criar um espaço onde cabem todas as suas versões.
um lugar onde cada escolha é uma afirmação.
e cada corpo. um manifesto.
duplicity não é uma resposta.
é o direito de ser tudo. e ainda assim continuar buscando.